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Mostrando postagens de Setembro, 2015

Divagações esquizofrênicas 12

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O cabeludo...
    No último dia 10 resolvi dar uma boa podada na minha juba. Não exatamente por que queria, foi meio a contragosto, mas acabei cortando as minhas madeixas. Sinto que existe um preconceito que a maioria das pessoas têm ao diferente e ao incomum e ao que é considerado errado pela sociedade. Provavelmente pensam que homem que é homem tem que ter cabelo curto, de preferência o tradicional corte social, ou então os cortes que estão na moda, como o moicano, o corte preferido dos jogadores de futebol e de alguns cantores de "sertanejo" universitário...      Gosto de usar cabelo grande, e não fumo um baseado (só experimentei três vezes na minha vida..). Não sou um criminoso, não sou ladrão e sempre trabalhei para me sustentar até o momento em que não tive condições e acabei me aposentando. O visual cabeludo era como se fosse um cartão de visita, era o meu estilo mesmo: um cara meio esquisito, e diferente. Não me ofendo se me falarem que sou assim, pois considero esses d…

Adquira meus livros através do internet banking (ou através do depósito comum também)

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Depois de muito relutar, resolvi usar a internet para vender os meus livros. A mania de perseguição também se estende para o mundo virtual, tenho sempre a sensação de estar sendo monitorado, e, por essa razão não usava o internet banking. Mas, com o tempo vi que muitas pessoas deixavam de comprar o livro por não ter essa facilidade. Era necessário ir à uma lotérica ou agência da caixa para fazer o depósito. E depois ainda era preciso tirar um scanner ou uma foto do comprovante e me enviar por email. Mas agora tudo ficou mais fácil, com o internet banking é só fazer a transferência (se for preciso, envie um email solicitando o meu cpf) e pronto! Mas quem não tem internet banking pode adquirir o livro da forma convencional, fazendo o depósito e depois me enviando o comprovante por email, sem maiores problemas.
   Como tenho duas contas, vou deixar uma exclusiva para a venda dos livros, e assim facilitar a vida de quem queira adquirir os meus livros. Agora basta fazer a transferência …

A corrente do bem

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Não tenho vergonha de dizer que, depois que me aposentei fiquei meio pão duro, mão fechada mesmo. Afinal, um salário mínimo não dá para fazer tanta coisa por ai. Raramente dou algum dinheiro para algum pedinte na rua, o que não acontecia na época em que trabalhava. A questão das drogas contribui bastante para isso, pois não temos a certeza que o indivíduo irá fazer com o dinheiro. Às vezes eu pagava algum salgado, comprava um pão, etc. Mas, com a grana curta, o jeito foi fechar a mão mesmo. Quando trabalhava como operador de som fazia alguns serviços de manutenção gratuito para igrejas e procurava ajudar alguns amigos, mas, hoje em dia, com essa crise toda, infelizmente a situação não está mais permitindo esses agrados.
Agradecimento     Gostaria de fazer um agradecimento para uma pessoa que não conheço, ou talvez até conheça. Vou tentar explicar melhor: no início da semana, ao conferir o saldo da minha conta, constatei que havia cem reais a mais do que eu esperava. Perguntei para um…